Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

16 de set. de 2011

Dentinhos


Daí que desde os 3 meses minha mãe cismou em falar nos tais dentes de Lelê. O fato é que ela começou a babar, mas não é uma saliva simples, é uma babação total.

Aos 3 meses as papilas salivares e glândulas salivares começam a trabalhar de verdade e por isso os bebês começam a babar geral.

Mas o argumento do momento é a irritabilidade de Letícia. Tudo ela leva a boca, morde com força e fica super brava. Não tem acordo nunca.

Eu fico de olho nas gengivas, mas nada apontou ainda, acho que é questão de tempo e o derradeiro dará o ar da graça.

Por favor dentinho, se você quer vir venha logo e deixa minha filha sossegada de uma vez.



3 de ago. de 2011

"Mal" necessário


Sempre que li sobra amamentação tive certeza que jamais a abandonaria.
Vi muitos casos de mães que nunca amamentaram, umas por opção e outras por falta dela. Depois sempre temos a informação de que quanto mais o bebê mama mais leite produzimos. 

Pois bem, quando ainda estava grávida de 6 meses, visitei uma amiga que tinha tido bebê há 1 mes apenas. Ela me relatou toda a sua peregrinação em busca da amamentação. Teve tudo que se tem direito, sofreu muito. Ela contou que usou um bico de silicone para proteger seu mamilo e num belo dia após sua filha tentar comer e muito puxar desistiram, ao olhar o bico de silicone havia um pedaço de seu mamilo nele. Foi a gota dágua. O fato é que ela havia comprado todos os equipamentos possíveis e feito fisioterapia e tal, mas nada deu certo. O conselho que ela me deu foi: Liz, quando Letícia nascer amamente. Use esses cremes aqui (me deu uns 3), dê massagem, faça o que puder, mas seja racional, respeite seu corpo e sua filha, não a deixe com fome!

Minha cunhada também sofreu muito, teve mastite, febre alta, também fez fisioterapia e conseguiu tratar, mas nunca amamentou exclusivamente, desde que saiu do hospital complementou com LA e meu sobrinho cresce forte, lindo e hiper gostoso e feliz (hj com 9 meses).

O meu caso, ah, esse foi demais!
Nunca tive problemas com a amamentação, desde o hospital Letícia fez uma boa pega. Gulosa como é aproveitou a descida do leite com sucesso. Eu era uma Bem Aventurada, pois não sabia o que era rachadura, mastite e febre....nada. Até que Letícia completou seus 3 meses e meio, a partir daí tudo mudou.

Meu leite começou a diminuir e eu tive que complementar com LA, porém, depois de uns 4 ou 5 dias o leite voltou com força total.
Todo mundo lá em casa achou maravilhoso. No final de semana Lele foi a forra durante o dia e à noite acabou dormindo 7h seguidas. Eu achei ótimo e dormi também, mas foi ai que meu problema se instalou.

Ao dar de mamar às 6h percebi um caroço na mama esquerda, quando deu 12h eu já não aguentava mais a dor e corri para uma mastologista. Enfim, fiz ultrassom e foi constatado que tava tudo infeccionado. Fiz pulsão e mesmo assim não resolveu. A infecção foi aumentando ao ponto de obstruir a saída do leite e eu desesperada com tanta dor optei por fazer o desmame - sequei o leite.

Chorei muito, perder o contato e a intimidade que tenho com Letícia foi difícil, mas ela também já não queria mamar, porque a angústia era tanta que ela sentia tudo e se negou a pegar a mama.

Hoje Letícia tem amamentação exclusiva, mas de LA, um "mal' necessário, mal que faz super bem, e por mais qe a gente tenha perdido o contato da pele, minha filha encontrou outra forma de demonstrar o seu amor pela mamãe. Hoje suas mãozinhas acariciam meu rosto, seus olhos continuam fixos nos meus...ela me ama tanto e mais quanto antes e eu morro de amor por ela.

Estamos felizes. Não há mais dor e Lele está cada dia mais sorridente. O LA veio a calhar e está cumprindo muito bem o seu papel.

A você, mãe, que necessita interromper a amamentação por situações semelhantes a minha, não fique se maltratando, lastimando, seu bebê não será o primeiro nem o ultimo a tomar LA. O que importa é alimentarmos nossos filhos, amá-los...eles crescerão firmes, fortes e felizes!

BJs o/

17 de jun. de 2011

Que judiação!


Certo que Letícia tem apenas 2 meses e que a peregrinação à vacina começou agora, mas de qualquer forma não deixa de ser judiação

Consulta de 1 mês e a médica foi logo explanando acerca das vacinas. O chato foi que ela desmereceu as vacinas dadas em posto público. Falou que ninguém poderia garantir se o armazenamento esta sendo feito de forma adequada, que elas não eram tão eficaz como as dada em clínica particular e etc...

O fato é que a clínica indicada por ela era do marido dela - me subiu logo uma raiva - Resolvi recorrer a concorrência e lá ouvi a seguinte afirmação: Sra. Liz, a Dra fulana tem o mal hábito de menosprezar as vacinas públicas, mas a Sra. não precisa pagar tão caro - dava uma bronca de $2.500 - para vacinar sua filha. Todas estas vacinas receitadas são dadas no posto, só muda o nome, Agora, se Letícia for alérgica ou tiver alguma reação séria aí sim indicamos as vacinas dadas aqui na clínica.

Depois de ouvir isso foi que fiquei ainda mais chateada com a médica. Querendo lucrar em cima de mim usando a saúde de minha filha! Chega ser aético.

Enfim, estou levando Letícia para tomar as vacinas no posto, e independente do lugar escolhido vacina é sinônimo de judiação. Quando aquela agulha entra na perninha e aquele rosto lindo se contorce, meu coração geme. O melhor de tudo é que Letícia não teve reação alguma - acho que ainda - mas, por precaução eu fiz o seguinte: Levei para vacinar e ao chegar em casa dei logo uma dose de tylenol para cortar qualquer possível febre, fiz compressa na perna e tudo ficou ok! Amém.

O pai não aguenta nem ver e eu apesar de ir com o coração na não faço nada mais do que minha obrigação, levo, seguro, conforto e dou todo carinho que ela precisa - será sempre assim.

Judiação sim, mas é melhor tomar uma(s) agulhada(s) do que contrair toda sorte - azar mesmo - de doença.

Ao consultar com o novo pediatra tive a confirmação - óbvia por sinal - de que vacina pública é 100% segura e eficaz. Por isso vacine seu filho e não dê oportunidade ao que não presta!

Bjs

16 de jun. de 2011

Superação

Pois é, descobrimos que Letícia está com refluxo e tudo mudou de figura.

As primeiras semanas com Letícia em casa foi adaptação total. Dar de mamar, jorrar leite e viver suja, acordar várias vezes à noite, banho, troca de fraldas, banho de sol e ainda muita cautela por conta do resguardo.

Quando pensei ter pego o embalo da vida - nova vida - vieram as cólicas. Me senti incapaz, tive raiva, dó da minha filha, me desesperei. Fui a médica, conversei com outras mães, pesquisei na net e a única informação recebida foi: Calma, é fase e passa!

O primeiro mês passou e as promessas de que Letícia mudaria se cumpriram, contudo ela passou a ser mais chorona, irritada. Era tanto choro, dia e noite, que só podia ter algo de errado - troca de médico, leva para consulta, resultado: cólicas + refluxo.

Eu não consigo entender nem aceitar como uma criatura tão pequena e indefesa tenha que passar por tanta coisa ruim. Orei muito, mas muito mesmo e desejei ardentemente sofrer no lugar de Letícia, mas não há jeito, ela é nova e seu corpo imaturo, então o sofrer sobrou para ela.

Sofremos juntos, Letícia, Wesley, eu e toda a família, seu choro me rasgou o coração durante dias - fiquei um caco (segundo o médico ela não ganhou mais peso porque chorar queima calorias...minha filha ganhou no 1º mês 1,500kg e agora no 2º apenas 500g, eu acho que se não fosse o choro teria no mínimo ganho 800g)

Enfim, Letícia já tem mais de 2 meses, o tratamento para refluxo tem dado resultado, ela não tem mais crises de choro e eu tenho recuperado a alegria junto com todos.

Pouco a pouco ela tem se parecido com a criança que sonhei - isso porque quando estamos grávidas sonhamos com nosso filho com detalhes - lógico que meu sonho tem muito romantismo e idealismo, mas me refiro a Letícia ser uma criança feliz. O choro deu lugar ao riso e a irritação perdeu força para à disposição para brincar.

Continuamos contando os dias na esperança de não ter mais cólicas e quanto ao refluxo estamos tratando direitinho.

Em breve ela estará interagindo com todos, nos surpreendendo com seu desenvolvimento e estes dias ficarão enterrados com outras experiências tristes que todos teem na vida. Lembraremos sim das noites de sono tranquilo, dos sorrisos, banhos felizes, do braço gostoso, nos alegraremos e sentiremos muitas saudades.

Letícia, minha filha, te amamos com amor eterno!




4 de jun. de 2011

Escolhendo o pediatra


Quem foi que disse que somos abrigados a manter o acompanhamento de nossos filhos com o pediatra que assistiu o parto?

Pois bem, eu decidi que não continuarei com a pediatra que acompanhou o meu parto, isto não tem nada a ver com o meu conceito de que tipo de profissional ela seja, até porque me parece extremamente competente, mas não é acessível como desejo e preciso que seja.

Letícia passou por noites terríveis e a experiência me fez ver que a médica é um tanto difícil de contactar, então optei pelo médico que acompanha os sobrinhos da família e ele foi logo de cara recebendo minha filha, passou a medicação, tranquilizou nossos corações e o melhor, saí do consultório com o número do celular e residendial dele...gostei de prima, fora que ele mesmo falou que qualquer coisa era só ligar.

Médico pediatra tem que ser assim, até porque a gente não prevê quando os filhotes terão algum problema, e  claro que estes não ocorrem em dia útel e horário comercial. Criança quando vem ter alguma coisa parece que é de propósito, é aquele escândalo durante a madrugada ou num belo domingo de sol... fazer o quê?!!

Outra coisa que não gostei na primeira pediatra foi: consulta marcada para as 8h da manhã, a médica quando veio chegar era 10:40, haja jogo de cintura!! E a melhor de todas, as consultas não são marcadas mês a mês, mas a cada 45 ou 50 dias, ou seja, eu jamais conseguiria acompanhar o desenvolvimento de Letícia mensalmente...alguém acha isso correto?! Lógico que não.

Por isso e por outros motivos que os médicos nos dão, temos que ficar atentos a algumas dicas quanto a escolha do médico de nossos filhos, e nunca devemos permanecer com um caso esse nos deixe inseguros, devemos trocá-los tanto quanto necessário. As dicas estão na mão:

1- Empatia Tem de acontecer na primeira consulta. Significa sentir que o médico entra em sintonia com você no seu novo papel de mãe. Um sinal negativo é ele se fixar apenas em perguntas sobre o histórico de doenças na família e no exame do bebê. Um positivo é ele também querer saber da sua gravidez, do parto, sobre o ambiente em que vive o bebê, os primeiros dias com ele em casa e como anda a amamentação.
2- Tempo da consulta 
A primeira costuma ser mais demorada que as demais, mas o importante é o pediatra sempre demonstrar interesse pela criança. Não só quanto ao aspecto clínico. Como regra, lembre-se de que uma consulta de qualidade leva tempo para ser feita. O bom médico situa a mãe sobre a fase do desenvolvimento em que está o bebê e antecipa futuros comportamentos.
3- Disponibilidade 
Poder encontrar o médico a qualquer hora e em qualquer lugar com certeza deixa os pais mais tranqüilos, mas é preciso contar com o imprevisto – seu pediatra deve ter um profissional de confiança para substituí-lo se for necessário.
4- Rapidez no retorno 
Ela reflete a atenção do médico com o paciente e é importantíssima em uma situação de emergência. Só que nem sempre é possível ter um retorno imediato. Uma boa política para você se entender com o pediatra nessa questão é deixar recados claros e objetivos para que ele avalie a urgência do caso. 
5- Atrasos na consulta 
Não pode ser regra nem por sua parte nem pelo médico, porque o tempo de tolerância de espera da criança é pequeno. Para evitar transtornos, o ideal é você e o pediatra avisarem um ao outro de atrasos e, se preciso, desmarcarem a consulta.
6- Sem dúvidas Não dá para ir embora do consultório sem entender tudo direitinho. Você pode – e deve – perguntar até se sentir esclarecida. Não tenha medo de pedir explicações. Um profissional impaciente não é o melhor parceiro nesse caso. Nem aquele que se mostra ofendido se você anuncia que prefere ter uma segunda opinião em determinada situação.
7- Segurança 
Alguns pais questionam se é melhor o pediatra ter filhos, por achar que seus anseios serão mais bem compreendidos. Outros têm receio do médico jovem, com pouca experiência, ou do muito idoso, pelo risco de não ser atualizado. A indicação de amigos ajuda a tirar essas dúvidas, mas o importante é você se sentir segura.
8- Consultório 
Na sala de espera do médico é importante ter brinquedos. Primeiro para distrair a criança, depois porque o profissional pode usar os brinquedos para observar como ela se comporta.
9- Você acertou Se seu filho está saudável, vai bem na escola e em casa, esse é um bom indício de que ele está com o médico certo.
10- Insegura com a escolha?Se você ainda tem dúvidas sobre o pediatra escolhido, não se preocupe. Mudar de médico é normal e não traz nenhum prejuízo para a saúde do seu filho. Procure o quanto for preciso, converse com outros profissionais e peça mais indicação.
Conteúdo: Revista Crescer



13 de mai. de 2011

O encontro

Eu já comentei aqui a discussão a respeito da permanência de Dudu na nossa casa. Decidimos que ele pertence a família e pronto...muitos bicos se formaram com a nossa decisão - e eu ia fazer o que com meu filhote cabeludo?! Tenha graça!

Pois é, tomamos algumas providências antes, durante as primeiras semanas e tomaremos depois, ou seja, 1 mes antes dela nascer restringimos a área de Dudu, assim como passamos a não deixá-lo subir na nossa cama. Quarto de Letícia era local proibido para ele.

Quando Letícia nasceu eu segui as orientações dadas por adestradores. Peguamos uma fralda que Letícia ficou usando no hospital e mandamos para casa. Ela foi posta na cama de Dudu, junto as coisas dele. Tem gente que acha que é balela, mas quando eu cheguei em casa e coloquei Letícia no berço fui logo dá um carinho para ele. Dudu cheirou minha mão, correu na cama dele e pegou a fralda - Ta vendo que ele entendeu bem o recado!!!

Pois bem, dentro do primeiro mês ele não entrou no quarto de Letícia, a partir de agora ele poderá conhecer algumas coisa mais de perto, mas tb não posso deixar ele armar barraca lá, pq ele solta muito pelo. 

Dudu não estranhou Letícia em momento algum. Ficou super quieto, e pelo contrário, fica de olho em todo mundo que entra no quarto dela...já ta defendendo ela, entendeu que é da família. Quando ela chora muito ele vem me olhar com as orelhas baixas com cara de quem diz - ajuda ela, o que ela tem? - é lindo

Com 30 dias o encontro - eu estava super ansiosa. Registrei para mostrar a todos...depois é só ir vencendo as barreiras aos pouco e tudo será só alegria.










27 de abr. de 2011

Que surpresa!!


Bem, há algumas semanas atrás, conversando com minha cunhada que teve bebê há 6 meses ouvi a seguinte afirmação: "Liz, cheguei a conclusão de que quem amamenta perde peso com muita facilidade e no meu caso que não consegui ter uma produção de leite satisfatória, é sofrimento. Faz 6 meses já e eu ainda tenho 6kg para perder....raiva!"

Fiquei super preocupada, isso porque ela engordou apenas 10kg e ainda ta sofrendo com a busca pela perda de peso...e eu, como faço para perder os 19kg que ganhei?

Pois é, muitos, inclusive esta minha cunhada, não acreditam que engordei tanto. E eu dou minha palavra que não fui o tipo de grávida que comia por dois trabalhadores braçais, me enchia de doces e tal...eu culpo o repouso, porque até o 6º mês de gravidez eu só tinha ganho 7kg, mas foi entrar de repouso e ficar na vida de comer e dormir que a balança desceu a ladeira...afff...Certo que sempre fui magricela, que sou alta, então os quilos a mais ficaram bem distribuídos, mas o fato é que são 19kg a mais e eu não os quero comigo.

Lembro que quando tirei minha fotos de grávida eu detestei todas as fotos. Eu dizia: Meu Deus como eu to gorda! e marido dizia Você não ta gorda, ta grávida! Senti falta de ver meus ossinhos. Eu que sempre fui magra estranhei tanta carne a minha volta hihihihihi

Enfim, ontem fui a minha obstetra, fui retirar os pontos da cirurgia e para minha surpresa, em 15 dias perdi 12kg. Sai tão feliz, mas tão feliz que fui logo ligando para minha mãe, fui logo divulgando a notícia...Certo que estou com um corpo bem cequinho, mas não criei expectativas quanto a perda de peso para não ter frustrações. Perdi 12kg, estou amamentando super bem e isso só me faz lembrar do que foi dito pela minha cunhada "Quem amamenta volta rapidinho ao corpo de antes!"

Para as que estão na luta para voltar ao corpitxo, minha força e espero mesmo que o metabolismo de vocês seja acelerado o suficiente para que alcancem sucesso. E para as que conseguiram amamentar, dê em livre demanda, essa é a alma do negócio!

26 de abr. de 2011

Noite frustrante!


Lelê andou tendo umas noites meio sombrias, muito choro, pernas encolhidas, rostinho vermelho...ai é de dar dó!

Eu como mãe de primeira viagem fico imaginando milhares de coisas, e lógico, chorei muito. A gente acha logo que está fazendo tudo errado, que somos incapazes de cuidar de um bebê e depois ainda vem a falta de humor...todo mundo acha que ser mãe é só flores, que é maravilhoso olhar o bebê e que tudo ta as mil maravilhas, mas tem um lado tenebroso sim, e ele começa quando o bebê berra e nós não sabemos o que fazer, para onde ir, ligamos para todos e nada funciona =(

Enfim, mainha dizia ser cólicas, a médica diz que não, até porque bebê que só mama não tem cólicas, mas no final das contas eram as benditas sim, e minha linda sofreu com ela, eu e marido também. Era peito pra que te quero e até dormir no colo da mamãe foi permitido, o que estava em voga era ela parar de chorar e o dia clarear.

Mas por via das dúvidas quero expor um comentário acerca do que são as benditas cólicas este me aliviou o coração.

"Agora vou virar uma daquelas pessoas que dá pitaco para mães de primeira viagem e te dar dicas para cólicas do recem nascido (e cuidado para não confundir cólicas de recem nascido com cólica intestinal e gases...cada coisa é uma coisa e cada uma tem uma solução diferente!)Antes de mais nada, entender o que é cada uma, né?

A famosa cólica do Recém Nascido não tem nada a ver com dor de barriga… ninguém sabe muito bem explicar o que é, mas tudo indica que é uma imaturidade do sistema nervoso (daí passar, milagrosamente, por volta do 3o mês…). O que rola, segundo os estudos mais modernos, é que o excesso de informação (e, para alguém que até agora só conhecia o escurinho e o quentinho da barriga TUDO e QUALQUER COISA é excesso de informação!) faria o sistema nervoso entrar em intensa atividade e meio que entrar em curto circuito. O resultado final da coisa é que o bebê tem fortes espasmos musculares, especialmente na região abdominal (justamente o que causa a confusão toda), e NADA parece aliviar. Não adianta entupir o bebê de Luftal e outros remédios, não funciona! A cólica do Recém nascido tem um traço muito peculiar, acontece todo dia (pelo menos 4 vezes por semana), por volta do mesmo horário. Dura algumas horas (normalmente coisa de 2 a 3 horas) SEM PARAR e como que por milagre, PASSA! Aí o bebê vai dormir todo lindinho e maravilhoso e a paz volta a reinar, até o dia seguinte.

Não tem remédio, não tem milagre… mas tem como melhorar a coisa um pouquinho. Como o problema é excesso de informação, o grande lance é diminuir a quantidade de informações apresentadas… Rotina é uma boa forma de fazer essas cólicas virem com mais suavidade (o que não quer dizer que não virão!). Tentar manter o mesmo ritmo das coisas e na mesma ordem, não necessariamente o mesmo horário. Mas quanto mais o bebê puder “prever” o que vem depois, menos ele tem que processar o efeito surpresa e ansiedade… ele já sabe que depois do banho morninho virá um delicioso carinho ou massagem, depois uma roupinha gostosa e um peito maravilhoso… não precisa ficar tentando saber o que vem depois.
E, na hora que a cólica aparecer, o ideal é ir para um lugar escuro, tirar a camisa e a roupinha do baby (se tiver frio, tire a roupinha dele e coloque ele por dentro da tua camisa, o importante é o contato de pele entre mãe/bebê – ah… pode ser pai/bebê também, desde que seja com MUITA tranquilidade e que não seja só quando você já está na irritação). Vá para um quarto escuro, quanto mais escuro melhor (conheço quem já se trancou no closet!rs). Sente-se (ou mesmo fique de pé), mas não se movimente muito, apenas faça um suave movimento de balanço para frente e para trás, ou dê leves passadas pelo quarto. Não fale, apenas faça o som de shhhh bem pertinho do ouvido dele e bem baixinho…. O peito pode até ajudar, mas, ele vai acabar associando a calma com o peito e aí o papai acaba ficando totalmente fora da cena, e aí nem quando você estiver MORTA ele conseguirá te substituir…


Se o problema forem só gases (cólica intestinal), essas cólicas virão nos horários mais variados, inclusive no meio da noite. E o choro passará cada vez que ele soltar um pum. O choro vem em ondas, e, geralmente o bebê se contrairá para a frente (na cólica do recem nascido o mais comum é o bebê arquear a coluna!). E, mais importante, a barriguinha ficará endurecidinha e estufadinha. Luftal ajuda nesse caso, MAS, meu pediatra era contra e eu também fui, acho que o bebê precisa aprender a soltar o pum, senão vai ficar sempre meio que “dependente” do remédio. Sugar no peito, quando a cólica é por gases, ajuda MUITO, o movimento de sucção e deglutição estimula o movimento peristáltico e o pum acaba saindo! Mas, cuidado, não fique dando de hora em hora porque o primeiro leite pode aumentar os gases… se for dar o peito com frequência, na primeira mamada espaçada dê o peito desde o início, mas nos intervalos menores de 3 horas, ordenhe um pouquinho do leite antes de oferecer o peito ( o primeiro leite não precisa ser oferecido em intervalos de menos de 3 horas!)… Massagens também ajudam MUITO. Recomendo o livro “O Toque nos Bebês” que ensina muitas técnicas bem legais.
É isso… aprendi na marra… Alice nunca teve cólica de recem nascido, mas, em compensação era a rainha dos gases, e era péssima de cama (boa notícia para o pai no futuro, péssima para mim naquele momento!).
E, a pausa de filho é FUNDAMENTAL… são aqueles 30 minutos que você deixa na mão de alguém de confiança, pede para tirar de perto de você (porque vamos combinar que não adianta ficar com o bebê, mas perto, porque o som do bebê não deixa nenhuma mãe relaxar, né?), aí aproveita para tomar aquele banho tira craca total, com direito a shampoo e condicionador como gente! Vai ao banheiro com calma (porque, na boa, a coisa que mãe de recem nascido mais faz é ficar segurando até aqueles 20 minutos quando ela finalmente consegue botar o bebê no berço e até ele acordar de novo!), e ninguém fala nisso, porque, afinal, ir ao banheiro, ao que tudo indica, é supérfluo!
Aproveita para deitar na frente da TV ou sentar na frente do computador, ou pegar um BOM livro que não fale de arrotos e mamadas e ninadas!
Em 30 a 40 minutos você se sentirá renovada e pronta para curtir até o chorinho do seu filhote…

Ser mãe não é só flores, mas esquecem de nos contar os detalhes mais sofridos, né? 

24 de mar. de 2011

Consulta com a equipe de anestesista


Finalmente chegou a hora de conhecer o anestesista que irá me acompanhar no parto. Como se sabe, há pelo menos tres tipos de anestesia utilizada para parto, dependendo da modalidade escolhida.

Para parto normal costumam usar a perindural ou a combinada, a dosagem de anestésico é maior e é administrada por meio de um cateter pelo tempo que for necessário. 

Parto cesário a prache é usar a anestesia raquidiana (ou ráqui), sua dosagem é menor e tem efeito quase que imediato e sua duração é limitada.

No meu caso, como escolhi parto cesariano, será aplicada a ráqui, então fui correndo me informa tanto quanto possível e descobri que muita gente reclama de dores de cabeça, tem um prazo de horas que a paciente tem que ficar deitada sem mover-se.... blá blá blá blá blá.

Fui a consulta com o anestesista cheia de dúvidas e com um certo medo - aff como sou medrosa - mas tive uma boa impressão e saí aliviada. A ráqui terá efeito rápido, não preciso me preocupar em ficar imóvel, a médica disse que o ato de se mover não tem relação com possíveis dores de cabeça. O fato é que 5% das pessoas que se submetem a anestesia raquidiana podem apresentar dores de cabeça 3 dias após a sua aplicação, e esta pode perdurar entre 3 a 7 dias.

Enfim, poderei segurar minha linda nos braços assim que ela chegar ao nosso quarto, ficarei em silêncio para evitar sofrer com gases - conselho de mãe, sogra, cunhadas e a torcida do flamengo -  e já to pedindo desde já a Deus que não permita que eu não faça parte dos 5% que tem a tal dor de cabeça, mas também se tiver, poderei me medicar e fim de papo.

Só falta agora a ultima ultrasson e marcarmos a data do parto, então até breve o/




18 de mar. de 2011

Rotina no final da gravidez


Encerro hoje 36 semanas, ou seja, estou prestes a ter minha filha nos braços.

Conforme tudo que li em sites só tenho uma coisa a concluir: Sou uma mulher privilegiada! Era para eu estar sentindo alguns incômodos há tempos, mas até agora nada.

1 - Sono: o meu sono deveria estar bem atrapalhado, com a pança grande demais não deveria ter a esta altura uma posição cômoda para dormir;

2 - WC: o famoso xixi. Deveria estar indo direto ao wc, fora que esta rotina contribuiria para um péssimo sono

3 - Dores e falta de ar: não tenho problemas de dores nas costas, mas tudo bem, estou de repouso e por isso mesmo não sofro em carregar a barriga, mas também não sinto falta de ar....to mais que tranquila.

4 - Azia: esta eu tiro o chapéu. Como eu fico deitada a maior parte do dia ou no máximo reclinada, a azia ta me corroendo faz mais de 30 dias. O certo seria eu dar uma andada depois das refeições, to proibida né. Com isso eu me entrego a medicação e relaxo.

kkkkkkkkkkkkk. Faz-me rir! ANTES de engravidar já acordava todas as noites para ir ao banheiro, graças ao hábito de beber muita água antes de dormir. HOJE isso não mudou, quando acordo, porque tem noite que passo direto, é apenas uma vez como antes.

Quanto ao sono, eu tenho dormido como um anjinho, certo que ao deitar de lado Letícia dá o seu show de sapatiado, mas converso com ela e logo ela entra no sono junto com a mamãe aqui, dormimos como duas princesas. Agora eu tenho levemente despertado sentindo seu movimentos, que são bem fortes já que minha barriga fica toda deformada, mas eu volto a dormir logo, pesado....Faz até medo no dia que ela precisar de mim no quarto ao lado. EU TENHO QUE ACORDAR GENTE!

Sou privilegiada?! Sou sim, porque além de dormir todas as noites ainda tiro dois "cochilos" - se é que isso pode se chamar de cochilo -  durante o dia, um de 9 às 10:30h e o outro de 16 às 17:30h.

HAHAHAHAHAHA. Problemas com o sono??? Não sei do que estás falando! Espero que Letícia seja igual aos pais =D







3 de mar. de 2011

Cuidados com o enxoval

 
Como ainda não tinha tido convívio com uma criança não tinha como mensurar este universo que gira em torno dos bebês, ele é fofo, mas bem diferente do nosso e é preciso cautela.

Sou filha caçula e o primeiro sobrinho que tenho tem apenas poucos meses, e não to podendo acompanhar por conta do repouso que me encontro, sendo assim, corri atrás de todas as informações possíveis. Então vamos lá.

Não adianta sair comprando tudo quanto é roupa! Tem que haver um planejamento porque de nada vai adiantar tanta roupa, principalmente as carinhas e lindas, já que os babys não saem muito de casa. Bodys são coringas em se falando de roupa para bebê, é como o pretinho básico, tem que ter. Compre modelos que não prenda a cabeça, tem uns com gola específica para isso e escolha também os que tem botões na frente, pois ajudam na hora de vestir.

Tamanhos: Temos de ficar atentas para não sair comprando tudo de um tamanho só, pois estocar peças que não vai dar tempo de usar é triste. Isso se aplica aos calçados, por isso vá equilibrando as compras. No caso dos presentes, faça a troca.

Tecidos: Nós achamos que por se tratar de roupas para bebês há a obrigação de serem delicadas, mas não! Você deve observar os acabamentos, costuras e a maciez do produto, evita-se assim machucados na pele sensível do bebê - isto também se aplica aos calçados.

Lavagem: Por favor não use sabão em pó, líquido, alvejantes ou amaciantes habituais. A pele do bebê é muito sensível e ele não pode ser exposta a tal química. Além de sabão de côco, seja líquido ou em pó, temos hoje produtos específicos para lavar todo o enxoval. As vezes o preço é salgado, então estoque enquanto ainda está grávida. Lave tudo e engome com ferro quente. Guarde e evite manusear as peças, elas já estão prontas para uso. 

Se você já está com o enxoval em casa, ótimo, lave tudo e aguarde seu baby, mas se você acaba de descobrir que está grávida ou vai começar a investir no enxoval deixo uma dica do que deverá adquirir ao longo dos 9 meses, assim nem ficará com as finanças comprometidas como também não deixará para ultima hora.


1º e 2º mês 

- cremes e óleos para estrias. Vale a pena ir ao dermatologista e pedir recomendações; 
- 4 pacotes de fraldas P;
- meinhas de cores neutras; 
- babadores 

3º mês 

- 4 pacotes de fraldas P; 
- roupinhas de cores neutras (bodies, mijões, pagões) 

4º mês 

- 4 pacotes de fraldas M 
- carrinho 
- bebê conforto 
- Banheira

5º mês 

Depois de saber o sexo do bebê, já dá pra comprar bastante coisa de forma mais fácil. Compre tudo o que puder de roupinhas neste mês. 

- roupinhas, lembre-se de verificar o mês que o bebê irá nascer, para assim você comprar as roupinhas que melhor couber. 
-Toalha fralda e toalha capuz 
- 4 pacotes de fralda M 
- Berço
- cueiros 

6º mês 

- cômoda e/ou quarda roupa 
- Colchão 
- 4 pacotes de fraldas G 
- malas da maternidade (mãe e bebê) 
- sacolas de passeio (kits) 
- Camisolas e pijamas com abertura na frente, para levar para a maternidade e para usar em casa, quando amamentar. 
- sutiãs para amamentação

7º mês 

Passado o chá de bebê, dá para ter noção do quanto ainda é necessário. Com os móveis montados, compre tudo o que puder de roupa de cama e acessórios, como abajour e cortina. Também compra tudo o que precisa levar para a maternidade neste mês. 

- Cesto de higiene e trocador 
- itens de higiene: álcool 70%, contonetes, shampoo, condicionador, creme para assaduras, pente e escova, cortador de unha, óleo, algodão, lenços umedecidos, garrafa térmica, sabonete, saboneteira – fique atenta as validades 
- cobertores leves 
- Capa para carrinho 
- travesseiro anti-sufocante 
cinto pós-parto

8º Mês 

- 2 pacotes de fraldas RN para bebês até 4,5 kg para levar para a maternidade. Cuidado com fraldas RN que vão até 3,5kg, pois muitos bebês nascem com mais peso do que isso. 
- absorventes para seios, levar para a maternidade (isso se você não precisar usar antes, caso tenha vazamento de colostro) 
- cesto de roupas sujas do bebê 
- fronhas avulsas 
- mosqueteiro e posicionador para dormir (se não virem no kit de berço) 
- protetor de colchão (se o colchão não for plastificado) 

9º mês 

- bichinhos de banho 
- móbile 
- itens para a caixa de medicamentos: termômetro, aspirador nasal, remédios básicos, kit de primeiros socorros 
- chupeta e acessórios 
- mordedor 
- sling




1 de mar. de 2011

Cuidados com a pele






Só em pensar nas espinhas e estrias eu fico chateada, raiva mesmo. Durante minha adolescência fiz inúmeros tratamentos para controlar as espinhas e quando finalmente me vejo livre delas e começo a aproveitar alguns aninhos de liberdade vem a gravidez e suas mudanças hormonais. Pois é, assim que completei meus 2 meses de gestação corri para uma dermatologista, primeiro que como eu passei a me ensebar com óleos começaram a surgir espinhas na minha barriga – ninguém merece! – segundo que minha pele está mais oleosa também, isso me trará as raivosas espinhas. 

Ao me consultar fui logo despejando minha insatisfação com relação as espinhas e também minha preocupação com as temidas manchas que surgem em algumas mulheres durante a gravidez e estrias. Ela me examinou e passou uma série de cosméticos. Ok! Fui a farmácia e foi aquela pancada não é mesmo, mas eu prefiro do que me aparecerem as estrias...ai ai ai ai ai 

Não adiantou, que ódio! Agora foi ódio mesmo. Eu me lambuzei demais gente, óleos durante o banho, pós banho, sem falar o creme que a médica me mandou passar e ainda me apareceram umas 5 estrias, depois me apareceram mais algumas outras. Sacooo... Ainda bem que foi no quadril, porque se fosse na barriga ou nos seios assim o desespero ia me subir pela cabeça. É por isso e mais outros relatos que conclui que estria é coisa de pele e de pessoa, se você tem uma pele naturalmente hidratada e grossa a probabilidade de ter estrias é menor, mas se for como a minha, que se hidrata parece que exagerou, e fina, não adianta, é se conformar que vai aparecer algumas estrias e não encanar com isso. 

Todo dia me olho, vasculho se tem alguma visita indeseja, fico desgostosa, já chorei inclusive, pois quando é que me livrarei delas? No dia que o dinheiro esquecer o caminho da conta de alguém e cair na minha, ai eu corro para uma clínica de estética e busco a melhor solução. Foi então que eu pensei um dia – “estrias deveriam ser como varizes, a gente se submetia a uma cirurgia e arracava acabava com todas elas!” 

Enfim, marido conversa comigo, diz para eu não me chatear, manda eu pensar em Letícia e me conforta, mas minha mente vira e volta relembra destas marcas. Não vou sofrer e me descabelar não. Fiz o que podia, paguei caro usando alguns cremes e prefiro pensar que se não os tivesse usado teria sido pior. Com o tempo elas vão ficar brancas e eu estarei com minha filha nos braços, nem vou mais ter tempo de pensar e me chatear com ela. Adeus estrias, adeus! 

Li em algum lugar uma receitinha de creme para prevenir as estrias, se você quiser tentar, ta na mão: 

1 bisnaga de hipoglós pequena
1 vidrinho de óleo de amêndoas de boa qualidade 
1 ampola de arovit (vitamina A)
1 hidratante bem grosso

Misture tudo e armazene em recipiente apropriado. Use com gosto.







19 de fev. de 2011

A maravilha do ventre livre!



Quase que regra entre as grávidas é a famosa prisão de ventre, mas será mesmo que temos de sofrer com isso? DIGA NÃO PARA VOCÊ MESMA AGORA! VAMOS LÁ, DIGA NÃO. 

Pois é, a prisão de ventre não é regra para nós grávidas, de acordo com alguns estudos cerca de 40% das gestantes tem prisão de ventre, por isso você e nem ninguém é obrigada a enfrentar este caos, basta apenas conhecer seu intestino e tomar as providências alimentares e médicas necessárias. 

A constipação em gestantes ocorre por causa da alta de alguns hormônios – exemplo a progesterona – que acarreta em um intestino lento, como também a ingestão de vitaminas que nos são recomendadas o que pode agravar a situação 

Então nos questionamos, quais são as causas da prisão de ventre: 

1. Falta de fibras na alimentação 

2. Falta de ingestão habitual de frutas e verduras 

3. Pouca ingestão de água diariamente 

4. Falta de exercícios físicos 

5. Gravidez, Estresse e Ansiedade 

6. Fisiológicas e genéticas 


Sendo assim abuse de ingestão de água, líquidos em geral. Até antes de engravidar eu tinha um grande problema que era a ingestão de água, eu simplesmente me esquecia de beber, ficava cercada com meus afazeres e passava praticamente o dia com apenas 2 ou 3 copos com água, mas decidi que isso ia mudar e eu não ia me dar ao luxo de ter dois problemas durante a gravidez, prisão de ventre e incontinência urinária, longe de mim! 

Além da água coma frutas e acrescente a linhaça ao seu cardápio, pois sabe-se que os seus benefícios são inúmeros, não só a digestão como ao controle de taxas, a pele, o cabelo ..., faça exercícios, tome as decisões que só cabe a você e o retorno será satisfatório. 

Durante toda a minha gravidez não tive problemas, passei a me policiar quanto a água, ando sempre com uma garrafa do lado, só bebo sucos, nada de refrigerantes que também não fazem bem ao bebê (escapo da regra apenas 1 vez por semana), todo dia alterno entre comer mamão ou tomar um suco poderoso de ameixa preta, fora a minha paixão por frutas, ai eu abuso mesmo, por isso eu bendigo a maravilha do ventre livre.









Você poderá também gostar de: