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4 de jun. de 2011

Escolhendo o pediatra


Quem foi que disse que somos abrigados a manter o acompanhamento de nossos filhos com o pediatra que assistiu o parto?

Pois bem, eu decidi que não continuarei com a pediatra que acompanhou o meu parto, isto não tem nada a ver com o meu conceito de que tipo de profissional ela seja, até porque me parece extremamente competente, mas não é acessível como desejo e preciso que seja.

Letícia passou por noites terríveis e a experiência me fez ver que a médica é um tanto difícil de contactar, então optei pelo médico que acompanha os sobrinhos da família e ele foi logo de cara recebendo minha filha, passou a medicação, tranquilizou nossos corações e o melhor, saí do consultório com o número do celular e residendial dele...gostei de prima, fora que ele mesmo falou que qualquer coisa era só ligar.

Médico pediatra tem que ser assim, até porque a gente não prevê quando os filhotes terão algum problema, e  claro que estes não ocorrem em dia útel e horário comercial. Criança quando vem ter alguma coisa parece que é de propósito, é aquele escândalo durante a madrugada ou num belo domingo de sol... fazer o quê?!!

Outra coisa que não gostei na primeira pediatra foi: consulta marcada para as 8h da manhã, a médica quando veio chegar era 10:40, haja jogo de cintura!! E a melhor de todas, as consultas não são marcadas mês a mês, mas a cada 45 ou 50 dias, ou seja, eu jamais conseguiria acompanhar o desenvolvimento de Letícia mensalmente...alguém acha isso correto?! Lógico que não.

Por isso e por outros motivos que os médicos nos dão, temos que ficar atentos a algumas dicas quanto a escolha do médico de nossos filhos, e nunca devemos permanecer com um caso esse nos deixe inseguros, devemos trocá-los tanto quanto necessário. As dicas estão na mão:

1- Empatia Tem de acontecer na primeira consulta. Significa sentir que o médico entra em sintonia com você no seu novo papel de mãe. Um sinal negativo é ele se fixar apenas em perguntas sobre o histórico de doenças na família e no exame do bebê. Um positivo é ele também querer saber da sua gravidez, do parto, sobre o ambiente em que vive o bebê, os primeiros dias com ele em casa e como anda a amamentação.
2- Tempo da consulta 
A primeira costuma ser mais demorada que as demais, mas o importante é o pediatra sempre demonstrar interesse pela criança. Não só quanto ao aspecto clínico. Como regra, lembre-se de que uma consulta de qualidade leva tempo para ser feita. O bom médico situa a mãe sobre a fase do desenvolvimento em que está o bebê e antecipa futuros comportamentos.
3- Disponibilidade 
Poder encontrar o médico a qualquer hora e em qualquer lugar com certeza deixa os pais mais tranqüilos, mas é preciso contar com o imprevisto – seu pediatra deve ter um profissional de confiança para substituí-lo se for necessário.
4- Rapidez no retorno 
Ela reflete a atenção do médico com o paciente e é importantíssima em uma situação de emergência. Só que nem sempre é possível ter um retorno imediato. Uma boa política para você se entender com o pediatra nessa questão é deixar recados claros e objetivos para que ele avalie a urgência do caso. 
5- Atrasos na consulta 
Não pode ser regra nem por sua parte nem pelo médico, porque o tempo de tolerância de espera da criança é pequeno. Para evitar transtornos, o ideal é você e o pediatra avisarem um ao outro de atrasos e, se preciso, desmarcarem a consulta.
6- Sem dúvidas Não dá para ir embora do consultório sem entender tudo direitinho. Você pode – e deve – perguntar até se sentir esclarecida. Não tenha medo de pedir explicações. Um profissional impaciente não é o melhor parceiro nesse caso. Nem aquele que se mostra ofendido se você anuncia que prefere ter uma segunda opinião em determinada situação.
7- Segurança 
Alguns pais questionam se é melhor o pediatra ter filhos, por achar que seus anseios serão mais bem compreendidos. Outros têm receio do médico jovem, com pouca experiência, ou do muito idoso, pelo risco de não ser atualizado. A indicação de amigos ajuda a tirar essas dúvidas, mas o importante é você se sentir segura.
8- Consultório 
Na sala de espera do médico é importante ter brinquedos. Primeiro para distrair a criança, depois porque o profissional pode usar os brinquedos para observar como ela se comporta.
9- Você acertou Se seu filho está saudável, vai bem na escola e em casa, esse é um bom indício de que ele está com o médico certo.
10- Insegura com a escolha?Se você ainda tem dúvidas sobre o pediatra escolhido, não se preocupe. Mudar de médico é normal e não traz nenhum prejuízo para a saúde do seu filho. Procure o quanto for preciso, converse com outros profissionais e peça mais indicação.
Conteúdo: Revista Crescer



23 de mai. de 2011

Neura minha!






Pois bem, vou relatar aqui a nossa experiência de passeio com Letícia....

Completados os primeiros 30 dias resolvemos ir a igreja, e assim fizemos. Começamos a nos arrumar logo cedo, ajeita Letícia, por precaução dá logo o remédio de cólica - ela tá a 2 dias com crise dessas miseráveis - saimos de casa destino a igreja.

Tudo no seu devido lugar, mas a mãe aqui não parava de pensar:
  • e se ela acordar no berreiro? ela não pega a chupeta, como faço para não desconcentrar todo mundo?
  • e quando der a hr de mamar, e se o leite jorrar para todos os lados...que saco vou sair da igreja com a roupa toda suja!
Esses foram os mais breves questionamentos....O fato é que Letícia acordou suja e com fome...berreiro multiplicado por 2, corri para a salinha que tinha disponível. Ar condicionado congelando qualquer indivíduo, mais um motivo para choro. Dei logo o peito e ela se acalmou e dormiu. Não mechi nela, até porque em time que se está ganhando não se meche.

Voltei para a igreja e minha mente não parou, não sei nem sobre o que foi o sermão, sei que antes que tudo terminasse e se ajuntasse uma multidão ao redor de Lele, fomos embora.

Em casa eu chorei. Meu Deus será que to obrigada a não mais sair de casa? Porque é que não há fraldário em todos os lugares do mundo? Eu terei de esperar Letícia completar que idade para não passar vergonha nos lugares? Será que ela nunca vai acordar de forma tranquila, será sempre um escândalo?.....

Fiquei tão neurótica que achava que todos me recriminariam por ter um bebê que chora.

Segunda saída foi um sucesso.Letícia dormiu, acordou tranquila para mamar e dormiu novamente...daí que exageramos na dose e passamos muito tempo batendo perna, resultado disso, à noite Lele quase não dorme de tão agitada que ficou!

Temos que acertar na dose e desencanar...todo mundo sabe que bebê só se comunica com choro e isso não significa que eu não possa ter uma vida social. Enfim, apesar da trabalheira e dos contratempos, to com o pé no mundo pra ser feliz!



19 de mai. de 2011

Um mês





Letícia completou o tão esperado primeiro mês e eu to mais que feliz, como toda mãe estou hiper satisfeita com o desenvolvimento de Lele e orgulhosa dela, de mim e do marido.

Não é fácil lidar com um bebê nas primeiras semanas, o fato é que temos um baque na rotina de nossa vida e tudo fica conturbado. Depois, estamos nos recuperando do parto, fora que quando grávida dormimos muito e tudo é facilitado para nós - isso quando se tem um marido e uma mãe como a minha. Enfim, o bebê nasce e lá estamos nós com um baita desafio nos braços....é amamentar, dar banho, por para dormir, limpar, dormir, comer, todas as atividades habituais ficam meio que perdidas e nós lutamos dia a dia para voltar a vida normal, até que finalmente compreendemos que a vida nunca mais será a de antes, mas que precisamos nos contextualizar ao novo estilo de vida. Tudo gira em torno do rebendo e nós nos sentimos cansadas, mas extremamente felizes.

Estou lidando bem com esta nova realidade, to com os cuidados pessoais em dia. Tem gente que esquece de se pentear, de se depilar, escovar dente, tomar banho antes do almoço e por ai vai...eu graças a Deus to super bem, continuo perdendo peso - acho que já perdi uns 16kg, ainda não fui na balança da médica conferir - cabelos em dia. Só não deu ainda para manter o trato das unhas, mas eu chego nelas em breve!

Lele completou um mês e eu me sinto uma mãe de verdade, ainda estou lidando com algumas noites frustrantes, mas já vejo a alegria nos olhos da minha filha, já conversamos e trocamos altos olhares ... eu continuo me apaixonando por esta linda e gostosa Letícia.

  • Ta se habituando ao banho. Alguns dias chora e noutro se diverte a toa;
  • Ta começando a colocar as unhas as pernas para fora. Quer escalar a banheira, a barriga da gente e o peito do papai;
  • Já nos segue com seus lindos olhos (quase azuis)
  • Começou a conversar e a soltar sons de riso;
  • Descobriu as mãozinhas e já faz carinho na mamãe enquanto mama;
  • Começou a curtir a chupeta, claro que não é toda hora, ainda bem;
  • Hoje, com exatos 37 dias pesa 4,600kg, quando saiu do hospital pesava 3,100kg, mede hoje 56cm e nasceu com 48,5cm;
  • Já ta mamando, algumas vezes, nos dois seios, sinal de gulosa que é.


Estou super orgulhosa do papai, ele tem sido o melhor pai de todos os tempos, participativo, presente e proativo....hum, que pai eim!



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